O Solar da Marquesa foi adquirido em 1834 por D. Maria Domitila de Castro e Mello, a Marquesa de Santos, lembrada por seu relacionamento amoroso com D. Pedro I.
O casarão tornou-se uma das residências mais aristocráticas da cidade, sendo um centro de eventos sócio-culturais.
Considerado um raro exemplar de arquitetura residencial urbana do século XVIII, foi submetido a uma grande restauração. O pavimento superior conserva paredes de taipa de pilão e pau-a-pique do século XVIII e as intervenções do século XIX.